Domingo, 12 de Outubro de 2008

DOENÇA OU MANIA? Conhecer melhor a Tricotilomania

 

  A tricotilomania é um distúrbio caracterizado por arrancar cabelos sem fins estéticos.
As pessoas que padecem destes distúrbio têm um défice no controle dos impulsos e fazem-no numa tentativa de controlo do nervosismo e ansiedade.
Os casos diferem quanto à severidade, podendo passar apenas pelo enrolar dos cabelos no dedo para depois os puxar, havendo ainda quem fique calvo ou com grandes falhas no couro cabeludo.
O acto em si costuma ocorrer em situações isoladas, ou na presença de pessoas conhecidas.
Casos hão em que os pacientes chegam a ingerir próprios cabelos (tricotilofagia), situação considerada gravíssima, pois levará à formação de uma espécie de ‘bola de pêlo’ no estômago.
Na população geral, a tricotilomania é mais frequente nas mulheres do que nos homens, e o início mais frequente é na infância ou adolescência.
Esta patologia pode ser transitória, episódica ou contínua. Isto é, a pessoa pode passar semanas ou meses sem apresentar esse comportamento e, repentinamente, recomeçar tudo de novo. O carácter pode ser crónico.
Existe a possibilidade de tratamento, e é importante a procura de uma profissional especializado, pois grande parte das vezes estas pessoas são marginalizadas pelos que as rodeiam, devido à falta de entendimento, alegando que as vítimas estão fora de si.
A reclusão social é frequente, e não raras vezes por detrás da doença existe um quadro de depressão e ansiedade.
Estudos indicam que as terapias psicoterápicas costumam ter uma eficácia que ronda os 60%, contudo as melhoras são graduais e o processo, dependendo do caso, pode necessitar de um acompanhamento entre um a dois anos.
Algumas questões frequentes:
  1. A tricotilomania é grave? Normalmente sim, mas claro que depende do grau de severidade, e da fase em que o paciente se encontra quando procura ajuda profissional.
  2. O tratamento é simples? Em geral, não.
  3. O tratamento é demorado? Normalmente sim.
  4. Podem haver recaídas? Sim, como em todos os processos terapêuticos.
  5. O tratamento é definitivo? Não. O prognóstico é reservado.
É importante alertar todas as pessoas que sofrem deste distúrbio tenham coragem para o revelar e procurar ajuda. Existe um forte estigma envolto dele, mas, na verdade, trata-se de uma doença como outra qualquer.
Fale com o seu médico, que o encaminhará para um profissional especializado. Pois com o evoluir do tempo, a tendência é sempre para piorar a situação em que se encontra.
Existem já na internet grupos de auto-ajuda (note-se: sem orientação profissional), que o poderão auxiliar de alguma forma.
Para mais informações:
http://br.groups.yahoo.com/group/Tricotilomania_GrupodeApoio/
:
Psicóloga às 00:53
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43 comentários:
De Stephany a 21 de Abril de 2009 às 04:29
' eu sofro muito por conta desse distúrbio . na minha casa todos já notaram as falhas que surgiram na minha cabeça. ficam me criticando quando acham um monte de cabelo na casa. me chamam de doida, me chamam de careca, e isso me deixa ainda mais constrangida. eu tenho apenas 17 anos e isso começou quando eu tinha mais ou menos uns 14 anos . Fiquei um tempo sem arranca-los. mais agora voltou tudo de novo, eu não tenho coragem de pedir para os meus pais me levarem a um especialista. pois a uns meses atrás eu estava tomando ante depressivos por conta de umas crises nervosas que eu tinha, o medico disse que era a Síndrome do Pânico, mais antes disso eu já arrancava meus cabelos. eu não sei mais o que fazer. as vezes chego ate a acreditar que estou ficando doida mesmo .
preciso de ajuda. esse Blog me ajudou muito a tirar duvidas que eu tinha a respeito disso, pensava ser a única que sofria desse problema. Obrigada pelo espaça de contar o meu sofrimento, tenho q dividir isso com outras pessoas, se você sofre dessa doença também essa é meu email stephany_bsb@hotmail.com .
De Marta a 9 de Junho de 2009 às 17:32
Para a Stephany e todos os que sofrem de tricolomania:

Tenho 27 anos e comecei a arrancar o cabelo aos 11! Como tinha um cabelo farto, não se começou a notar logo que eu sofria deste distúrbio. Fui a alguns médico e todos me disseram que era um tique, e que passaria com força de vontade. Ora, uma grande treta, pois a maior parte das vezes nem sinto que estou a arrancar o cabelo...só tomo consciencia qd vejo depois os cabelos no chão... Quando entrei para a faculdade aos 17 já se notava que algo grave se passava com o meu cabelo, e quando terminei o curso tinha peladas enormes. Também sofria por todos em casa acharem que eu não me conseguia controlar, e por não perceberem que eu, mais do que ninguém, queria parar com esta mania. Fiz tratamentos para melhorar o cabelo, mas como eu o arrancava, nada o fazia melhorar... aos 23 anos, passado um ano de ter iniciado o meu doutoramento, olhei-me ao espelho e desesperei...clareiras e clareiras... decidi rapar o cabelo à gilete! Para grandes males, grandes remédios... resultado, senti-me bem...finalmente não havia por onde arrancar. Continuei a rapar o cabelo depois à máquina, sentia-me bem, e em 4 meses o meu cabelo nasceu normalmente. Deixei-o crescer, para o meu casamento, que aconteceu com uns bonitos caracois numa cabeleira naturalmente farta...infelizmente, voltei a arrancar. E voltei a rapar, não à gilete mas à máquina. Voltei a deixar crescer, fiqeui uns 9 meses sem arrancar, e tive que voltar a rapar...voltei a deixar crescer...e voltei a rapar...deixei crescer...até sábado passado...em que vi os estragos da semana passada... estou a acabar de escrever a tese e a tensão é tanta que não me consigo controlar... Felizmente dou-me bem e gosot de me ver com o cabelo rapado. Ao longo dos anos também aprendi a aceitar que o que tenho muita gente tem...e não sou anormal por isso. Nestes ultimos meses também aprendi que isto é uma doença neuro-biologica, e que não temos culpa que apareça. Recolhi informação, que mostrei a toda a família, e sorte a minha que todos agora me apoiam. Tenho um marido que gosta de mim de qualquer das formas e me apoia a rapar o cabelo nos momentos de crise. Acredito que vou ser capaz de parar... e vou procurar ajuda assim que acabe este momento de stress da minha vida. Outros virão concerteza, mas uma coisa a seu tempo. Se precisar de manter o cabelo curto durante mais tempo, é o que farei, só não posso deixar a tricolomania levar a melhor. O melhor que podemos fazer é aceitar da melhor forma o que não podemos evitar. Sei como é difícil principalmente para uma mulher, e vou continuar a procurar informação para lidar com a situação... se precisarem de conversar, terei muito gosto.

Marta
De Psicóloga a 9 de Junho de 2009 às 18:23
Obrigada pelo depoimento Marta.
Se precisar de ajuda sabe que também pode contar comigo.
De luana a 17 de Julho de 2013 às 04:15
tenho esse problema faz uns 3 anos e pouco, mais nao to conseguindo me controlar preciso de ajuda, pois nao sei oq fazer???
De marcia maria da silva a 12 de Abril de 2011 às 15:56
Oi Stephany, você não esta sozinha nessa. Tenho 44 anos e sofro do mesmo mal. consegui me controlar por 12 mese, mas agora que estou desempregada há 6 meses, começou tudo de novo. Quem esta de fora, mesmo sendo nossos parentes, acham que é frescura, só nós sabemos como doi na alma, o não entendimento do nosso problema emocional que afeta o fisico. Assim como eu, você vai conseguir vencer esses problemas! Tudo de bom pra você e que DEUS JEOVÀ te abençõe!!!!
De bruna a 14 de Fevereiro de 2013 às 23:31
meu tbm sou testemunha de jeová e tenho tricotilomania e fagia
De bruna a 14 de Fevereiro de 2013 às 23:29
eu tenho 13 anos eu começei a anrancar cabelo des de bebe quando minha mãe estava gravida ela começou a arrancar cabelo e resolveu parar quando eu nasci eu não dormia sem segurar o cabelo da minha mãe e com uns 4 anos sofri de depreção porcausa do meu pai que tem toc,e isso piorou muito,nessa epocaq n sentia prazer em arranca-los,então aos meus 9 anos eu arrancava mt mt msm,e ainda tnha depressão e era mt ansiosa , resolvi faser reflexologia uma terapia nos pés,e isso me ajudou mt,e agr com meus 13 anos ja tenho o cabelo ralo e com um pequeno buraco eu só não sinto vontade de arrancar os cabelos mais todo tipo de pelo,e agr parei de arrancar um pouco e começei a comer que é pior ainda ,e minha mãe hoje virou uma reflequisologista ( não sei como escreve kkkk) !
muitas pessoas acham besteira,e que é apenas uma mania ,mas é mt dificil parar, eu arranco em media de 5 a 50 fils por dia ! mas agr vou em um especialista !
De vanda a 14 de Agosto de 2009 às 16:42
Olá! Venho por este meio dar o meu depoimento que talvez possa ajudar, ou de certeza criar empatia para aqueles que, e não só, que sofrem deste problema (porque é um problema! ). Muito dos sintomas e causas que li sobre a doença, revejo em mim mesma. Uma infância desprovida de afecto, abandono, poucos incentivos para interesses extra curriculares , agressões físicas e psicológicas, e o factor hereditário de doenças obsessivas compulsivas . Comecei aos 12 anos á noite e e tirava um ou três cabelos no máximo...isto porque o que me interessava eram as raízes que comia, e adorava faze-lo! Sempre tirava á procura de raízes ..quanto maiores, melhor! Podem me chamar de maluca.. lolol eu não penso assim. Enquanto o fazia era uma maneira de estar concentrada, e de não pensar noutras coisas.. . Mas sempre tive consciência , que aquilo que fazia, não era "normal" e por isso sempre fiz sozinha longe dos olhares de outros. Como todas as pessoas ou quase todas, que sofrem ou sofreram de tricolomania , também passei pela critica da família , e de pessoas de fora.. Maluca, careca, ego centrista , egoísta , desequilibrada ..enfim o que se sabe. Até aos 28, 29 anos, arranquei todos os dias.. também o rapei várias vezes. Fiz psicanálise . não vou dizer que nada resultou....talvez o ano que fiz psicanálise ( tinha 23 anos ) me tenha ajudado a médio prazo . Talvez... mas na verdade fui eu , que com muita força de vontade consegui vencer esta mania :) Continuo a ter muitos problemas, mas não é arrancando que vou resolve-los e a minha sorte é que na família as mulheres e homens tem um cabelo fortíssimo , e desde os 31 que tenho um cabelo muito bonito. É assim que vejo a situação quero deixar aqui uma esperança para aqueles que continuam a arrancar cabelos e só nós que passamos , ou passámos por isto bem sabemos. É preciso mais que tudo nos aceitarmos, e gostarmos de nós :) Contrariamente , ao previsto sempre gostei de mim mesma, e de certeza que não foi por isso que comecei a arrancar. Todos temos razoes diferentes, mas todos queremos o mesmo..sermos aceites, compreendidos, e amados! Um bom dia !
De Marisa Gonçalves a 9 de Setembro de 2009 às 14:41
olá a todos....

A minha história não tem nada de original e é igual a tantas outras que tive a sorte de ler aqui... Tenho 31 anos e desde a adolescência que tenho uma vontade incontrolável de mexer no cabelo... arrancava tufos e dizia a mim mesma que não tinha nada de mal. O meus pais nunca o viram como uma doença, mas sim uma mania de alguém que não se conseguia controlar. Compreendo por que o faziam - a minha família era perfeita, sem problemas psíquicos e, como tal, o que se passava comigo não era uma doença, mas sim uma mania.
O pior é que nunca consegui parar... puxo o cabelo sem dar por isso, e sofro muito por não me conseguir controlar.
É a primeira vez que falo sobre isto, e pela primeira vez, estou a começar a perceber que não estou sozinha, que tenho uma doença e que, ao contrário do que me dizem, o que tenho não é uma mania que não consigo controlar porque sou fraca.
Se não se importarem vou continuar a desabafar convosco e, pouco a pouco, falar de um problema que me mata há 20 anos.

obrigado a todos.
De Alexandra a 29 de Setembro de 2009 às 23:22
Gostava muito de deixar o meu depoimento com a esperança que ajude alguém. Antes de mais queria felicitar o blogue por abordar este tema.
Não sei bem desde que idade é que apresentei sintomas desta doença, talvez por volta dos 13/14 e nem me lembro bem como começou. Quando era mais nova era muito ansiosa e nervosa, confesso que ainda sou, mas agora é inofensivo e quando dei por mim arrancava cabelos. Geralmente os mais pequenos e tanto arrancava um a um como tufos. Nunca achei que pudesse ser um problema. Isto passou-se durante anos até que fiquei com uma falha na cabeça. Aliada à vergonha comecei a perguntar-me se seria normal. Foi então que decidi procurar informação aqui mesmo na Internet. Foi um choque para mim descobrir que afinal, esta minha 'mania' era uma doença e que evoluindo torna-se algo muito grave. Descobri depoimentos de pessoas que assim como eu também arrancavam cabelo, geralmente quando estavam ansiosas. Sempre tive uma relação difícil com os meus pais e afectava-me muito na altura, creio que foi essa a principal causa da minha ansiedade. Arrancar cabelos acalmava-me. Durante algum tempo prometi a mim mesma que não voltaria a arrancar mais cabelos mas demorou bastante tempo até de facto conseguir parar de o fazer. Não tive ajuda de ninguém, partiu de mim com muita força de vontade. Ocupava sempre a cabeça com outras coisas sempre que pensava em faze-lo. Perguntava-me todos os dias porque o fazia. Aprendi a ser calma e paciente. Aprendi a não ser tanto afectada pelos problemas. Disse para mim mesma que não queria viver com um problema destes e empenhei-me ao máximo. Não foi fácil, mas estou curada. Tenho 19 anos e há cerca de 2 anos que não arranco cabelos. Hoje estimo muito o meu cabelo, e é a parte do meu corpo que mais influencia a minha auto-estima. Se estiver como eu gosto, sinto-me mais bonita do que qualqer peça de roupa ou maquilhagem que possa usar. Acho que o primeiro passo para a cura é reconhecer que se tem um problema que é grave e agrava ainda mais com o tempo, depois é força de vontade, uma força de vontade que nasca do medo do que esta doença nos possa fazer. Foi o medo que tive que me levou a ser forte e ultrapassar isto.

Alexandra
De Mi a 25 de Março de 2011 às 21:26
Olá... depois de ler estas histórias que aconteceram com cada uma de voces, deu-me vontade de falar um pouco sobre a minha... desde os 11/12 anos que arranco cabelos...foi sempre uma coisa insuportavel... corri médicos, psicologos, psiquiatras....tudo... Hoje, tenho 17 anos e há 4 dias que não arranco! para mim é uma vitória! custa um pouco, mas com força de vontade tudo se consegue... tenho o apoio do meu namorado (foi desde que lhe contei que nao arranco!) é essencial! a familia tambem faz muito... e com a ajuda de todos eu sei q consigo! Pela 1ª vez tenho uma grande força em parar com isto! tenho d conseguir, tal como todas vós... pq todas temos de ter força e parar ... pq isto afecta-nos muito.....
Força para todas... NOS CONSEGUIMOS!!!
De maria a 29 de Outubro de 2009 às 16:43
boa tarde, decidi hoje pesquisar na internet o que se poderá estar a passar com a minha filha mais nova e vim aqui parar. Osu mãe de 3 filhos uma com 7, um rapaz com 5 e a Madalena com 19meses, desde muito cedo que a Madalena adormece a mexer nos meus cabelos, a po-los na boca e a arrancá-los, apercebi-me tambem que mexe nos dela e tambem os arranca e põe na boca, muitas vezes penso que os come. Estou muito preocupada porque penso que é muito pequenina para ter este problema , já liguei para o pediatra que me diz que pensa ser um problema emocional relacionado comigo. Na proxima semana vou conversar com ele. Estou muito preocupada porque ao mesmo tempo a Madalena é uma criança saudavel, feliz e tranquila.Se puderem ajudar de alguma maneira agradeço muioto.
De Marta a 11 de Março de 2010 às 17:42
Pelo que eu já li em sites americanos, quando a tricotilomania aparece em bébés , normalmente desaparece assim como começou, sem se dar conta. Não acho que esteja relacionado com a relação da Madalena com a mãe. A tricolomania é desencadeada pela falha de qq coisa no organismo, é uma doença neurobiologica . Contudo, uma vez desencadeada a tricotilomania , o stress, a ansiedade, e outros aspectos do foro emocional podem alimentar o acto de arrancar o cabelo. Se souber ler ingles , aconselho-a a navegar neste site:http :/ www.trich.org
Ajudou-me muito a perceber o que eu tinha...
O meu nome é Marta e pode ver o meu testemunho mais acima. Tenho 28 anos e desde os 11 anos que sofro de tricotilomania .
De Mauro a 15 de Janeiro de 2010 às 02:07
Olá,
tenho 44 anos e infelizmente sofro desse mal de arrancar pelos. Estou me auto-destruindo, pois minhas sobrancelhas estão escassas e eu tenho que pintá-las com lapis para disfarçar(isso me traz vergonha, medo, insegurança). Não consigo parar, estou sofrendo muito com isso. As pessoas não comentam, mas eu sei que elas percebem e fica dificil encarar alguém . Meu Deus o que eu posso fazer pra me livrar dessa maldição de arrancar pelos do meu rosto. Me ajudem por favor. Eu durmo e acordo pensando nesse problema. É prazeroso quando faço, mas em seguida vem um enorme sentimento de culpa, arrependimento, frustração e fracasso. É como se eu não gostasse de mim.
De M. a 19 de Janeiro de 2010 às 01:08
Estou com o mesmo problema do Mauro...
Me controlei de arrancar os fios de cabelo, no entanto depois de um tempo este controle sumiu e ao invés de deixar falhas na cabeça, estou deixando nos cílios e nas sobrancelhas.
Preciso usar lápis e rímel para tentar me conter ou disfarçar, mas qualquer coisinha que me deixa nervosa ou ansiosa me faz arrancar fios inconscientemente!
Quando penso que estou melhorando sempre vem uma recaída =/
De Maria Bethânia a 21 de Janeiro de 2010 às 23:26
Comecei a pesquisar sobre a trico agora bem recente, gente, como me ajudou! Fico horas lendo os depoimentos, a maioria bem semelhante ao meu caso.
Tinha mais ou menos 13/14 anos quando comecei arrancar fios de cabelo, hoje estou com 48, pois é, mais de trinta anos nesta vida, várias tentativas frustadas. Por incrível que pareça, só agora estou vencendo a tricotilomania.
Hoje está com 34 dias, neste período arranquei dois fios, completamente sem perceber, é uma tentação, estou certa de que devo evitar o máximo de levar a mão a cabeça. Estou bem confiante, Deus é minha Luz, hei de vencer este mal. Torço para que outras pessoas também tenham iniciativa própria, pois é uma luta muito difícil.
Um abraço para todos.
Maria Bethânia
De vanda a 10 de Fevereiro de 2010 às 01:40
Voltei aqui ,para ler mais depoimentos, e para acrescentar mais uma coisa... comecei, aos 12/13 anos e deixei de arrancar cabelos como já disse por volta dos 28,29...e a partir dos 30 fiquei com o cabelo muito bonito. Agora tenho 47, e continuo com ele bonito! Quero dar esperança, para todos aqueles que pensam que não vão conseguir parar...eu consegui :) Um abraço! Vanda
De Tita a 11 de Fevereiro de 2010 às 16:24
Tenho 25 anos, tenho Tricotilomania desde os 11 anos e sou portuguesa.

Recentemente criei um blog a relatar a minha maneira de lidar com a Trico e falo das minhas terapias.

http://omeumundocomtrico.blogspot.com/

Podes participar sempre que quiseres, mesmo de forma anónima!

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